Image Quem é Lou Poulit? GALERIA DE FOTOS | GALERIA DE VÍDEOS | AULAS | HOME Lou Poulit é seu nome artístico mais conhecido, por assinar assim obras de artes plásticas, a partir de 1999. Na verdade é expressão linguística de um antigo dialeto chamado Occitan, natural da região onde hoje se encontra o sudeste da França, e que é considerado um dos formadores do atual idioma francês. A expressão significava originalmente luminoso, no sentido de cativante. Era usada para o tratamento carinhoso dispensado a crianças vivazes. Ainda hoje é conhecida na França (principalmente o sobrenome Poulit), e muitas vezes em Copacabana, onde expôs muitas pinturas e algumas esculturas durante 7 anos, turistas franceses apresentaram-se simpaticamente pela coincidência deste nome . No centro da cidade do Rio de Janeiro, seus trabalhos também se tornaram conhecidos, pois que também ali foram expostos durante vários anos, próximo da estação Metrô do Largo da Carioca. Mas Ennio Ramos também usa o heterônimo Poeta Passarinho e, mais raramente Manhães de Oliveira. Passarinho é um tratamento carinhoso, em sites de poesia e de relacionamento. E Lou Poulit é autor de contos, crônicas e artigos diversos, publicados na internet. Poulit é pessoa de múltiplas vocações. É conhecido, por exemplo, pelo senso analítico forte, pela capacidade de expressão e argumento, e pelo apego aos conceitos e conteúdos, mais que às formas e superficialidades. A experiência profissional como administrador, permitiu a construção de uma considerável base de informações, o prolongado contato com o público ensinou a ver como se é visto, a experiência como professor de desenho e pintura aperfeiçoou a inclinação natural de perscrutar a natureza humana, em especial dos artistas, e ensinou a aprender com os próprios alunos. Ideologicamente reconhece a necessidade da representatividade institucional, tem orientação social democrata, mas não exerce atividade política. Acredita que somente a partir de um maior amadurecimento, da sociedade e das instituições, será razoável contar com as melhorias que dependem da eficiência do estado. Recusa a falsa idéia de que o processo de amadurecimento da sociedade tenha que passar por degeneração conceitual e comportamental do poder público. Considera que os resultados positivos inegavelmente alcançados estão longe de minimizar a miséria e estabelecer justiça social, e que a demanda de tempo para mudanças, embora inevitável, não pode justificar a ausência de perspectivas melhores, mais claras e imediatas, e para todos os níveis sociais, nem mais acúmulo de privilégios institucionais, pagos por contribuintes sem boas e imediatas perspectivas. A metabolização pessoal destes conceitos não está hoje em dia canalizada para a produção artística, mas sim para a participação em projetos de alcance social , principal razão que o levou a tornar-se co-fundador, e primeiro secretário geral, da União Para as Artes Plásticas , instituição sem fins lucrativos legalizada em 2009. Tais projetos, formulados ou elaborados para a União e instituições parceiras, buscam prioritariamente concretizar objetivos estatutários e sociais, especialmente representar artistas plásticos, para resgatá-los da informalidade. Contudo tem participado também de projetos com outros focos, como de preservação ambiental e educação digital. Na União, criou a proforma de um modelo de projeto concebido para oferecer a patrocinadores amplas possibilidades de agregar estratégias próprias, através da linguagem subjetiva da arte.